sábado, 2 de abril de 2011

Indicações

Estava organizando algumas pastas no meu computador e encontrei este aquivo com algumas indicações literárias, achei bacana compartilhar.
Estes livros são algumas das indicações feitas em um dos encontros literários que participo com algumas professoras do Consa.
Os livros destacados são os que já li.
Fica a dica.
Indicações Literárias
 Crepúsculo”
Autor: Stephenie Meyer
Editora: Intrinseca


 

Quando Isabella Swan se muda para a melancólica cidade de forks e conhece o misterioso e atraente Edward Cullen, sua vida dá uma guinada emocionante e apavorante. Com corpo de atleta, olhos dourados, vez hipnótica e dons sobrenaturais, Edward é ao mesmo tempo irresistível e impenetrável. Até então, ele tem conseguido ocultar sua verdadeira identidade, mas Belle está decidida a descobrir seu segredo sombrio.

A Cabana”
Autor: William P. Young
Editora:Sextante


A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar áquele cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, "A Cabana" invoca a pergunta: "Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?" As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.

“Adeus China – o último bailarino de Mao”
Autor: Li Cunxin
Editora: Fundamento


Em um vilarejo desesperadamente pobre do nordeste da China, um jovem camponês está sentado em sua velha e frágil carteira escolar, mais interessado nos pássaros lá fora do que no Livro Vermelho de Mao e nas nobres palavras nele contidas. Naquele dia, porém, homens estranhos chegam à escola - os delegados culturais de madame Mao. Estão à procura de jovens camponeses que, depois de receberem a formação necessária, possam tornar-se os fiéis guardiães de grande visão de Mao para a China.





“O caçador de pipas”
Autor: Khaled Hosseini
Editora: Nova Fronteira
Indicação de Tatiane Carolino



Este é um romance emocionante, envolvente, que nos cativa logo nas primeiras páginas. Livro de estréia de Khaled Hosseini, "O Caçador de Pipas" é uma narrativa insólita e eloqüente sobre a frágil relação entre pais e filhos, entre os seres humanos e seus deuses, entre os homens e sua pátria. Uma história de amizade e traição, que nos leva dos últimos dias da monarquia do Afeganistão às atrocidades de hoje. Amir e Hassan cresceram juntos, exatamente como seus pais. Apesar de serem de etnias, sociedades e religiões diferentes, Amir e Hassan tiveram uma infância em comum, com brincadeiras, filmes e personagens. O laço que os une é muito forte: mamaram do mesmo leite, e apenas depois de muitos anos Amir pôde sentir o poder dessa relação. Amir nunca foi o mais bravo ou nobre, ao contrário de Hassan, conhecido por sua coragem e dignidade. Hassan, que não sabia ler nem escrever, era muitas vezes o mais sábio, com uma aguda percepção dos acontecimentos e dos sentimentos das pessoas. E foi esse mesmo Hassan que decidiu que Amir seria, durante a batalha da pipa azul, uma pipa que mudaria o destino de todos. No inverno de 1975, Hassan deu a Amir a chance de ser um grande homem, de alterar sua trajetória e se livrar daquele enjôo que sempre o acompanhava, a náusea que denunciava sua covardia. Muito depois de desperdiçada a última chance, Hassan, a calça de veludo cotelê marrom e a pipa azul o fizeram voltar ao Afeganistão, não mais àquele que ele abandonara há vinte anos, mas ao Afeganistão oprimido e destruído pelo regime Talibã. Amir precisava se redimir daquele que foi o maior engano de sua vida, daquel dia em que o inverno foi mais cruel.

Este romance já vendeu mais de 2 milhões de exemplares, só nos EUA, está há um ano nas mais importantes listas de mais vendidos do mercado americano e da Europa e já é considerado o maior sucesso da literatura mundial dos últimos tempos.
“O menino do pijama listrado”
Autor: John Boyne
Editora: Cia das Letras



Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus.Também não faz idéia de que
seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade,
Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região
desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga.
Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel,um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. "O Menino do Pijama Listrado" é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável. –
“Os catadores de conchas”
Autor: Rosamunde Pilcher
Editora:Bertrand Brasil


Os Catadores de Conchas´ conta a vida de Penelope: mulher parecida com milhares de outras mulheres. Penelope Keeling é filha de um pintor vitoriano idoso e de uma jovem francesa liberal e independente. E é exatamente a sua vida tão comum e igual a de qualquer mulher que torna este romance tão atraente. Com altos e baixos, Penelope, foi feliz por ter sido uma filha amada, e infeliz por ter se casado com o homem errado. Encontrou mais tarde o verdadeiro amor, mas as tragédias e problemas ocasionados por esse encontro deixaram marcas profundas. Teve três filhos, cada um com seu mundo estruturado, intransponível, com suas desilusões e alegrias. É nesse universo que o leitor vai penetrar, envolvendo-se com uma mulher vigorosa, firme e bela. Ao longo de 600 páginas, o mundo de Penelope arrebatará o leitor de tal maneira, que será impossível não se envolver com o destino da Família Keeling.
“Marley e Eu”
Autor: John Crogan
Editora: Prestígio


Você irá rir, se emocionar e se surpreender com este livro. John Grogan sabe que as jornadas que pessoas e cachorros enfrentam juntos são um reflexo de nossa própria humanidade e das alegrias e tristezas, dos altos e baixos de nossas vidas. Marley é um grande e inesquecível cão, e nas mãos de um escritor observador, realista e objetivo como Grogan, esta é uma jornada ao mesmo tempo humana e canina que os amantes de cães adorarão viver. O livro é uma lição de amor incondicional.






“Olhai os lírios do campo”
Autor: Érico Veríssimo
Editora: Companhia das Letras



Eugênio Pontes, moço de origem humilde, a custo se forma médico e, graças a um casamento por interesse, ingressa na elite da sociedade. Nesse percurso, porém, é obrigado a virar as costas para a família, deixar de lado antigos ideais humanitários e abandonar a mulher que realmente ama. Sensível, comovente, "Olhai os Lírios do Campo" é um convite à reflexão sobre os valores autênticos da vida.












“Bartleby – o escriturário”
Autor: Herman Melville
Editora:L&PM




Bartleby é um escriturário que faz cópias de documentos burocráticos. Dia após dia entra no escritório, não conversa com ninguém, esconde-se no seu canto, imperturbável, e recusa-se a fazer tarefas com um invariável e desconcertante "Prefiro não fazer". A história é contada pelo chefe do escritório, que esforça-se para perscrutar a misteriosa e impenetrável personalidade do estranho funcionário. Com um estilo narrativo que não dá ao leitor chance alguma de abandonar a história, Melville faz reflexões acerca da natureza humana e propõe um homem transcendentalmente moral.


Esta nova tradução de "Bartleby, o escriturário: uma história de Wall-Street", preserva o estilo humorado e por vezes sombrio de Melville. Eleito por Jorge Luis Borges como uma das obras literárias mais importantes da humanidade, este livro é uma bela amostra do legado de Melville, um dos mais importantes nomes da literatura mundial, chamado pelo escritor francês Albert Camus de "O Homero do oceano Pacífico".

“A letra escarlate”

Autor: Nathaniel Hawthorn

Editora:Martin Claret


A ficção de Nathaniel Hawthorne, cuja sólida construção estilística fez dele o primeiro grande romancista dos Estados Unidos, apresenta os dilemas de personagens que, cerceados por uma sociedade puritana, buscam o direito à liberdade afetiva. Hawthorne desce aos segredos do subconsciente reprimido, à tensão dos impulsos contraditórios, à angústia que transita da inocência à perversidade. É um moralista da ambigüidade, estilista que se expõe em recortes autobiográficos profundos. Sua obra-prima, "A Letra Escarlate" (1850), é um romance histórico, ambientado nos Estados Unidos do século XVII. O romance foi transposto para o cinema, obtendo grande sucesso de público e de crítica.


“Os cem melhores contos brasileiros”

Autor:Ítalo Moriconi

Editora: Objetiva


Uma antologia livre de academicismos. Uma pesquisa orientada pela qualidade. Uma seleção de pequenas obras-primas. Os cem melhores contos brasileiros do século reúnem narrativas extraordinárias de alguns dos principais nomes de nossa literatura. Nostálgicos, violentos, rurais ou urbanos, passionais, modernos, pós-moderno, líricos - os contos dessa antologia traduzem as mudanças do país e as inquietações de várias gerações de brasileiros, em cem anos de produção literária. Os diferentes caminhos da literatura no ínicio do século; a consagração do modernismo nos anos 40 e 50; os conflitos de identidade dos anos 60; a violência da vida urbana dos anos 70; a exploração sem censura do corpo dos anos 80; a criativa irreverência dos anos 90 - os contos aqui reunidos são, antes de tudo, um registro prazeroso de histórias que conquistaram leitores não por sua excelência acadêmica, mas por serem capazes de seduzir, divertir, emocionar.

“Incidente em antares”

Autor: Erico Veríssimo

Editora: Companhia de Bolso


É 11 de dezembro de 1963. Greve geral em Antares. O fornecimento de luz é interrompido, os telefones não funcionam mais, os coveiros encostam as pás. Dois dias depois, uma sexta-feira 13, sete pessoas morrem - entre elas d. Quitéria, matriarca da cidadezinha. Insepultos e indignados, os defuntos resolvem agir: querem ser enterrados. Reunidos no coreto, decidem empestear com sua podridão o ar da cidade. Enquanto ninguém os enterra, porém, resolvem acertar as contas com os vivos e passam a bisbilhotar e infernizar a vida dos familiares.




“O segredo de Emma Corrigan”

Autor: Sophie Kinsella
Editora: Record




A vida de Emma Corrigan não é extremamente um livro aberto. Ela tem segredos que não revela para ninguém, muito deles sobre o seu trabalho e namorado. No entanto, durante uma viagem de avião repleta de turbulências, ela pensa que vai morrer e acaba contando todos os segredos para o bonitão ao lado.









“A montanha e o rio”
Autor: Da Chen
Editora: Nova Fronteira




"A montanha e o rio" narra a saga de dois irmãos que trilham caminhos distintos, mas cujas vidas se encontram quando se mesclam inevitavelmente aos acontecimentos que marcam a história política e social da China no final do século XX. Numa trama repleta de conspiração, mistério e paixão, Tan e Shento se tornam inimigos ferozes tanto no campo político quanto no pessoal, pois, por um capricho do destino, se apaixonam pela mesma mulher, o que contribui para acirrar ainda mais o ódio que sentem um pelo outro. Com esta história envolvente, que levou oito anos para ser concluída, Da Chen, conhecido por suas obras memorialísticas, faz sua primeira incursão pela área da ficção. A marca de Da Chen está por certo presente nesta narrativa que possui também traços do romance histórico e é perpassada pelas milenares tradições do Oriente e suas relações com o mundo ocidental.

“O Físico”
Autor: Noah Gordon
Editora: Rocco



O drama turbulento e, por vezes, divertido, de um homem dotado do poder quase místico de curar, que tem a obsessão de vencer a morte e a doença, é aqui contado desde o obscurantismo e a brutalidade do século XI na Inglaterra ao esplendor e sensualidade da Pérsia, detalhando a idade de ouro da civilização árabe e judaica.

A história começa quando Rob Cole, órfão, aprendiz de um barbeiro-cirurgião na Inglaterra, toma conhecimento da existência de uma escola extraordinária na Pérsia, onde um famoso físico leciona. Decidido a ir a seu encontro, descobre que o único problema estava no fato de que cristãos não tinham acesso às universidades muçulmanas durante as Cruzadas. A solução era Rob assumir a identidade de um judeu, ao mesmo tempo em que se envolvia com uma avalanche de fatos verdadeiramente impressionantes. ´Mais que uma recriação histórica magistral, aqui está também a história fantástica de uma vocação para a medicina. O romance de Noah Gordon recria o século XI de maneira tão eloqüente que o leitor é levado em suas centenas de páginas por uma onda gigantesca de autenticidade e imaginação´, como se referiu o Publishers Weekly a "O Físico", de Noah Gordon, autor festejado como um dos maiores nomes do mundo literário norte-americano e presente em todas as listas dos livros mais vendidos.


“Eu , Malika Oufkir , Prisioneira do Rei”
Autor: Malika Oufkir
Editora de Bolso



Malika Oufkir foi criada como uma princesa. Filha do chefe do exército e da polícia secreta do Marrocos, no início da década de 50 ela foi adotada pelo rei Mohammed v e, depois da morte dele, por seu filho Hussein ii. Morou em palácios, recebeuuma educação refinada e se acostumou a conviver com reis e artistas de cinema. Um dia, porém, quando seu verdadeiro pai, Mohamed Oufkir, tentou um golpe de Estado para derrubar Hussein ii, essa vida de sonhos acabou. Seu pai foi assassinado e ela, a mãe e seus cinco irmãos foram levados para uma prisão em algum lugar do Saara. Durante vinte anos eles viveram em condições desumanas, submetidos a toda sorte de humilhações, até conseguirem escapar. Esta é a história que a própria Malika e a jornalista francesa Michèle Fitoussi narram neste livro, um verdadeiro conto de fadas às avessas em pleno século xx.

“Quando Nitzesche chorou”
Autor: Irvim D. Yalom
Editora:Agir


Esta é uma envolvente mescla de fato e ficção, um drama de amor, fé e vontade tendo por pano de fundo o fermento intelectual da Viena do século XIX às vésperas do nascimento da psicanálise. Friedrich Nietzsche, o maior filósofo da Europa... Josef Breuer, um dos pais da psicanálise... um pacto secreto... um jovem médico interno de hospital chamado Sigmund Freud: esses elementos se combinam para criar a saga inesquecível de um relacionamento imaginário entre um extraordinário paciente e um terapeuta talentoso. Na abertura deste romance irresistível, a inatingível Lou Salomé roga a Breuer que ajude a tratar o desespero suicida de Nietzsche mediante sua experimental terapia através da conversa. Ao aceitar relutante a tarefa, o eminente médico realiza uma grande descoberta: somente encarando seus próprios demônios internos poderá começar a ajudar seu paciente. Assim, dois homens brilhantes e enigmáticos mergulham nas profundezas de suas próprias obsessões românticas e descobrem o poder redentor da amizade.


“Travessuras da Menina Má”
Autor: Mario Vargas Llosa
Editora: Alfaguarra

O peruano vê realizado, ainda jovem, o sonho que sempre alimentou: o de viver em Paris. O reencontro com um amor da adolescência o trará de volta à realidade. Lily - inconformista, aventureira e pragmática - o arrastará para fora do pequeno mundo de suas ambições. Ricardo e Lily - ela sempre mudando de nome e de marido - se reencontram várias vezes ao longo da vida, em diferentes cidades do mundo que foram cenário de momentos emblemáticos da história contemporânea. Na Paris revolucionária dos anos 60; na Londres das drogas, da cultura hippie e do amor livre dos anos 70; na Tóquio dos grandes mafiosos; e na Madri em transição política dos anos 80.




Alguns do muitos outros livros citados ao longo do encontro:


“Ostra feliz não faz pérola”
Autor: Rubem Alves
Editora: Planeta






"Ostras felizes não fazem pérolas. Pessoas felizes não sentem a necessidade de criar. O ato criador, seja na ciência ou na arte, surge sempre de uma dor. Não é preciso que seja uma dor doída. Por vezes a dor aparece como aquela coceira que tem o nome de curiosidade". Com estas palavras, o próprio autor define o seu livro. Rubem Alves, um dos intelectuais mais respeitados do Brasil revela muito de suas próprias experiências de vida em Ostra feliz não faz pérola. Um prato cheio para quem busca conhecer novos pontos de vista sobre a vida.


“Ceci tem pipi”
Autor: Thierry Lenain
Editora: Companhia das Letrinhas





No começo, era tudo muito simples para Max: havia o pessoal Com-pipi e o pessoal Sem-pipi. Era assim desde que o mundo era mundo. Os primeiros eram mais fortes, claro, pois tinham pipi. E Max, que tinha pipi, estava muito contente por ser um cara Com-pipi. Azar das meninas, não era culpa dele que elas não tinham "uma certa coisa". Um belo dia na escola, porém, uma garotinha chamada Ceci vai para a turma de Max. Como ela é uma Sem-pipi, Max não dá muita bola para Ceci. Ela que vá brincar de boneca ou desenhar florzinhas, ele pensa. Mas aos poucos a menina vai deixando Max intrigado: Ceci desenha um mamute, joga bola e tem uma bicicleta de garoto. Será que Ceci é diferente porque tem pipi? Max decide investigar. "Ceci tem Pipi?" é uma historinha divertida sobre a descoberta das diferenças e das semelhanças entre meninos e meninas, com ilustrações coloridas e bem-humoradas.


“A mulher que não prestava”
Autor: Tati Bernardi
Editora: panda Books

Para quem conhece o estilo de Tati Bernardi, este livro é uma seleção dos melhores contos da escritora. Para quem não conhece, vai um conselho: prepare-se para um encontro com o espelho. Isso mesmo. "A Mulher que Não Prestava" está aí, dentro de você. Geralmente ela é domesticada e não mostra a cara. Mas a da Tati é ousada, sincera, neurótica e indecente. Neste livro você vai encontrar contos românticos, ácidos, mal-humorados e divertidos. Essas são as múltiplas faces de Tati Bernardi: a mulher moderna que busca equilibrar a vontade de engolir o mundo com a espera do príncipe encantado.






“A menina que roubava livros”
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrinseca


Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em "A Menina que Roubava Livros", livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do "The New York Times".
Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, "O Manual do Coveiro". Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.
E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar.
Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.

“Livreiro de Cabul”
Autor: Asne Seierstad
Editora: Record




Um livro ideal para quem gostou do best seller "O Caçador de Pipas", "O Livreiro de Cabul" apresenta o fascinante universo do dia-a-dia afegão, porém, sob a ótica de uma ocidental. Após viver quatro meses com a família do livreiro afegão Sultan Khan, a jornalista norueguesa Âsne Seierstad compôs o melhor retrato das contradições extremas e da riqueza cultural desse país. Um relato emocionante do cotidiano de uma família islâmica e das dificuldades deste povo para obter conhecimento e se comunicar.





Cidade do sol”
Autor: Khaled Hosseini
Editora: Nova Fronteira



Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rasheed, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos.
Laila tem 14 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz: "Você pode ser tudo o que quiser." Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos.Confrontadas pela História, o que parecia impossível acontece: Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a História continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do "todo humano", somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.
“Os homens que não amavam as mulheres”
Autor: Stieg Larsson
Editora: Companhia das Letras

Vem da Suécia um dos maiores êxitos no gênero de mistério dos últimos anos: a trilogia Millennium - da qual este romance, Os homens que não amavam as mulheres, é o primeiro volume. Seu autor, Stieg Larsson, jornalista e ativista político muito respeitado na Suécia, morreu subitamente em 2004, aos cinqüenta anos, vítima de enfarte, e não pôde desfrutar do sucesso estrondoso de sua obra. Seus livros não só alcançaram o topo das vendas nos países em que foram lançados (além da própria Suécia, onde uma em cada quatro pessoas leu pelo menos um exemplar da série, a Alemanha, a Noruega, a Itália, a Dinamarca, a França, a Espanha, a Itália, a Espanha e a Inglaterra), como receberam críticas entusiasmadas.

O motivo do sucesso reside em vários fronts. Um deles é a forma original com que Larsson engendra a trama, fazendo-a percorrer variados aspectos da vida contemporânea, da ciranda financeira feita de corrupção à invasão de privacidade, da violência sexual contra as mulheres aos movimentos neofascistas e ao abuso de poder de uma maneira geral. Outro é a criação de personagens extremamente bem construídos e originais, como a jovem e genial hacker Lisbeth Salander, magérrima, com o corpo repleto de piercings e tatuagens e comportamento que beira a delinqüência. O terceiro é a maestria em conduzir a narrativa, repleta de suspense da primeira à última página.
Os homens que não amavam as mulheres é um enigma a portas fechadas - passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o veelho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada - o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada. E que um Vanger a matou.
Quase quarenta anos depois o industrial contrata o jornalista Mikael Blomkvist para conduzir uma investigação particular. Mikael, que acabara de ser condenado por difamação contra o financista Wennerström, preocupa-se com a crise de credibilidade que atinge sua revista, a Millennium. Henrik lhe oferece proteção para a Millennium e provas contra Wennerström, se o jornalista consentir em investigar o assassinato de Harriet. Mikael descobre que suas inquirições não são bem-vindas pela família Vanger. E que muitos querem vê-lo pelas costas. De preferência, morto. Com o auxílio de Lisbeth Salander, que conta com uma mente infatigável para a busca de dados - de preferência, os mais sórdidos -, ele logo percebe que a trilha de segredos e perversidades do clã industrial recua até muito antes do desaparecimento ou morte de Harriet. E segue até muito depois.... até um momento presente, desconfortavelmente presente.
“Ensaio sobre a cegueira”
Autor: José Saramago
Editora: Companhia das Letras

Um motorista parado no sinal se descobre subitamente cego. É o primeiro caso de uma "treva branca" que logo se espalha incontrolavelmente. Resguardados em quarentena, os cegos se perceberão reduzidos à essência humana, numa verdadeira viagem às trevas.
O "Ensaio Sobre a Cegueira" é a fantasia de um autor que nos faz lembrar "a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam". José Saramago nos dá, aqui, uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio, impondo-se à companhia dos maiores visionários modernos, como Franz Kafka e Elias Canetti. Cada leitor viverá uma experiência imaginativa única. Num ponto onde se cruzam literatura e sabedoria, José Saramago nos obriga a parar, fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu: ´uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos´.

Bjinhus
Tati Carolino

quinta-feira, 24 de março de 2011

Ela/Ele - Sandy- Muito fofo!

Voltei

Depois de muito tempo longe do meu blog, resolvi voltar. Parei pra pensar que todas as vezes que estou no computador é construindo arquivos e documentos para o meu trabalho e por conta disso não dediquei mais tempo para meu blog e  outras coisas .

Depois do fim de semana passado , obviamente precisava escrever alguma coisa, deixar registrado um pouquinho da alegria que tem tomado conta do meu coração.
Após o retiro que participei neste fim de semana, meus dias tem sido puro deleite.
Na verdade eu participei apenas de duas palestras, mas que foram suficientes para pensar e refletir em algumas coisas para minha vida.

Uma das principais reflexões é referente ao meu servir, preciso de um rumo,  preciso fazer algo que me leve para mais perto do Senhor.

Eis uma questão para rezar e buscar discernimento...
bjinhus

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Olha eu aqui

Olá.
Estou super ansiosa, pois Quarta- feira volto ao trabalho. As férias foram ótimas, aproveitei  e descansei bastante, agora estou me preparando para a volta as aulas, estou ansiosa pensando como serão os novos alunos, as novas famílias, minha auxiliar e meu novo grupo de trabalho, porque mudei de série. Bom bora lá, tenho fé de que será um ano muito abençoado um  o ano de portas abertas.


Aproveito e deixo um artigo que fiz junto a outras professoras referente a formação que fizemos em Buenos Aires.




quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Aniversário do meu blog

Um ano de blog



Olá! Meu blog fez um ano, a data passou e só agora consegui escrever...

Quando resolvi criar um blog, pensei que este poderia ser um ótimo espaço para expor pensamentos e ideias e de fato foi, mas, sobretudo foi um espaço de terapia, por muitas vezes, quando tinha vontade de falar com alguém de desabafar ou ficar brava, corria para o blogspot e escrevia algo, mesmo que não fosse diretamente ligado ao que estava sentindo, mas o fato de escrever e de fazer analogias me fazia muito bem.

Atualmente, diminui a frequência dos meus posts, mas não deixei de alimentá-lo com aquilo que faz sentido para minha vida.

Obrigada a todos que optaram por me seguir e a todos que já deixaram comentários.

Amo!!!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Um Jardim mais verde do que o meu - Edinho

Fiquei emocionada com esse texto e com essa mensagem, compartilho para que outros possam experimentar.

Bjinhus

UM JARDIM MAIS VERDE DO QUE O MEU

Hoje parei para lembrar de quantas vezes na vida desejei algo que não era meu.
Lembro quando eu era criança que meu amigo Luis Cartos tinha um Video Game Atari e eu tinha um Mega Drive. Eram dois games diferentes, mas pelo que me lembro o meu era até mais atual.
Eu jogava o meu e não ficava satisfeito e pedia para que minha mãe deixasse eu jogar na casa do Luis, porque o Atari dele era muito legal e a mãe dele deixava a gente jogar direto e ele tinha o jogo do pacman e etc…etc…etc…
Eu sempre encontrava vários motivos para mostrar para minha mãe que o jogo do meu amigo era muito melhor do que o meu.
A mesma coisa acontecia com as nossas bolinhas de gude. Eu tinha umas 3 latas com muitas bolinhas, mas quando os amigos dos meus irmãos estavam jogando la no quintal da minha casa eu olhava e pensava: eu quero aquela azulzinha para mim…rsrsrs….como eram lindas as bolinhas de gude dos meus vizinhos.
O tempo foi passando e isso também se rfeletiu nas roupas e tennis.
Meus pais, no maior sacrificio, compravam um tenis no final do ano e eu adorava, mas quando saia para rua o que me atraia mais era o tenis dos meus amigos.
Não era inveja…mas, era engraçado como as coisas dos outros me atraiam, apesar de existir tanto valor naquilo que eu tinha.

Agora que cresci, fico vendo como isso é real na vida de muitos….
As crianças querem sempre os brinquedos das outras crianças
Os adolescentes querem sempre os namorados e namoradas dos colegas.

Os jovens, gostariam de que os pais dos amigos fossem os seus pais.

Os adultos, gostariam sempre de ter o emprego que o outri tem.

É impressionante como o jardim do outro é sempre mais verde do que o nosso, não é?

Porém, devemos ficar atentos pois quando desejamos uma nova realidade temos a tendência a simplesmente analisar o que ela tem de bom e quando nos deparamos com essa nova realidade percebemos que, como tudo na vida, ali também existe o pós e o contra.
Devemos trabalhar em nós a experiência de conviver com momentos bons e ruins, com o claro e com o escuro, com o certo e o errado, com o novo e o velho, com o perto e o longe, caso contrario nossa vida sera sempre uma eterna busca por um jardim mais verde do que o nosso.
Todo jardim tem sua época mais verde e também a época de poucas flores e de folhas não tão verdes, mas nesses momentos podemos fazer a experiência de amar o jardim pelo que ele é e não pelo que ele tem.
Afinal de contas, o jardim pode até não ter uma bela flor ou as folhas tão verdes, mas nunca deixará de ser um jardim se assim você o enxergar.
Quando somos crianças e olhamos nossos pais eles são como belos jardins e talvez em algum momento da vida você veja que algumas rugas aparecem, o cansaço da vida faz com que eles fiquem mais distantes e o desgaste físico os deixará mais devagar, mas saiba que nesse momento eles são como um jardim que está com poucas flores, ou com folhas nem tão verdes, mas certamente nunca deixarão de ser pai e mãe e nunca deixarão de ser os nossos jardins onde podemos descansar.
Com isso, quero te convidar a amar o que Deus lhe deu até o fim, seja sua esposa e esposo, seus filhos, seus pais, sua igreja e etc….
Ame até o fim e reflita: Será que se o nosso jardim pudesse trocar o seu dono ele também teria motivos para trocar?
Que Deus nos ajude a amar até o fim, em meio a flores ou em meio a espinhos.

A paz,
Edinho

Amigos,
Queremos carinhosamente agradecer pelo ano de 2010. Vocês representam muito em nossas vidas. Cada partilha com vocês nos fez crescer imensamente. Obrigado pela dedicação com as coisas de Deus que tanto nos ensinaram a servir.

Tati, que orgulho temos de você. Que força irmã...que vontade de superar...você faz valer a palavra que diz: ...MAS, OS QUE ESPERAM NO SENHOR, RENOVARÃO AS SUAS FORÇAS...Demais irmã...tudo vai passar...amamos muito você.

Buiu (tati mostra para ele), obrigado por ser homem sem deixar de ser menino. Obrigado por amar e ser o apoio da Tati sempre...Você fez valer a fraze...na alegria e na tristeza...na saúde e na doença...orgulho gigante de vc!!!

Casal, obrigado mais uma vez!!!
2011 será lindo para nós, não porque teremos tudo ou porque tudo dará certo, mas sim porque estaremos juntos e juntos somos mais forte.
Beijos,
Edinho, Luciana e Anna Clara

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Retrospectiva 2010

Olá galera! Chegando ao fim de ano que foi além dos meus limites ou no limite.


Um ano surpreendente cheio de desafios, novidades, alegrias e tristezas e, sobretudo um ano de muito amadurecimento


.

Começando o ano de 2010  no Litoral Norte. Muitas expectativas e planos para o início do ano...

Viagem a Minas Gerais com os amigos que fizeram muita diferença no meu ano...



Viagem para Holambra e início de uma fase difícil...


Ganhei o Júlio, que passou a ser um amigo incomparável...


Nascimento da Lara: um dia muito feliz. Como foi bom presenciar a emoção dos meus amigos...



O convite para sermos padrinhos do Guilherme. Aí meu Deus como sonhei com a carinha dele. Neste dia chorei muito, além do convite, pude renovar uma amizade muito especial.




Viagem para a Europa: um sonho, um presente de Deus, não sei nem definir, mas sem dúvida um grande desafio, ficar vinte dias fora de casa, longe das pessoas que amo, exatamente no momento mais difícil da minha vida.

Nascimento do nosso querido afilhado, Guilherme. O Gui nos trouxe muita alegria.



Viagem para Buenos Aires. Semana de estudos com as amigas do Consa.



Conclusão do trabalho na equipe piloto 2009/2010. Glória a Deus!



Clonclusao de mais um ano de trabalho.


Enfim, estes são apenas alguns fatos que marcaram meu ano, sem dúvida muitas outras coisas aconteceram, mas o que importa mesmo é terminar este ano com saúde, paz e principalmente com uma nova visão da vida.

 Que o próximo ano seja cheio de amor, paz e tudo mais que nos leve a felicidade plena em Deus.


Obrigada a todas as pessoas que passaram por minha vida e por todas que deixaram marcas importantes.
bjinhus e Feliz 2011

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Fiquei com muito medo

Depois de um dia tumultuado (ontem) fui para meu curso, firme e forte mesmo na semana de Natal e com um baita sono fui. Quando voltava pensei... Hum mensário da Larinha preciso ir lá, então fui.


Depois de alguns minutos o cansaço bateu e pensei vou embora.


Derrepente, começou uma chuva horrível, que de verdade e sem exagero nunca vi igual ou ao menos não me lembro.


Pensei: e agora paro o carro? Enfrento as ruas alagadas? Choro? O que faço?


Enfrentei e sem enxergar nada e orando muito cheguei em casa, abracei meu esposo e lhe disse: amor que medo, o que é isso, olha na janela, entre outras coisas.


Bom, aos poucos o telefone começou a tocar e as noticias foram chegando, casa alagadas, famílias perdendo tudo, ai que medooo.


Hoje pela manhã o barulho dos helicópteros assustava e ao ligar a televisão, tive a certeza de que não estava exagerando a chuva foi mesmo muito forte.


Hoje, trabalhei triste com as notícias e fiquei deprimida ao pensar que muitas famílias vão passar o Natal tão tristes.


A chuva está começando novamente e eu estou com medo, medo de ver pessoas sofrendo, assustado com esse helicóptero...


O que fazer? Não sei.


Mas peço a Deus que dê muita força a essas famílias e que nos proteja sempre de todo mal.






sábado, 18 de dezembro de 2010

Isso vai passar

Tenho saudades de mim


Onde a vida corria sem fim


E a força das emoções


Soltava em jorradas


Gargalhadas,


Lágrimas e palavras


Em mil sensações.

Tenho mesmo saudades de mim...

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Missão realizada



Olá, quanto tempoooo! Estava tentando escrever há alguns dias, mas não conseguia.



Primeiro quero agradecer muito ao meu querido Deus por ter nos dado forca, para concluirmos a nossa gestão na eq. Piloto. Confesso que não foi fácil, muitas vezes, me senti extremamente cansada e não conseguia ver o fim de tudo, outras vezes, questionei coisas e pessoas e outras, me senti extremamente mergulhada na presença de Deus.



Sem dúvida, este trabalho me trouxe amadurecimento em diversos aspectos e me trouxe um autoconhecimento muito importante para minha vida.



Louvo a Deus pelas pessoas que marcaram essa coordenação e louvo a Deus por cada um dos jovens que passaram pelo encontro nestes dois anos.



Citar nomes é bem difícil, mas vamos vê se consigo contemplar ao menos aqueles que nos ajudaram no pós encontro no qual acredito que é importantíssimo para o inicio de uma caminhada.



Claudia e Adriano



Priscila e Rogério



Jaiane e Eduardo



Juliana



Carla e Igor



E todos que fizeram parte destas coordenações nosso muito obrigada.



Deus seja sempre louvado...

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Momento mágico! El Zorro

Há mais ou menos duas semanas, meu marido me ligou e disse: Tati no dia 31/10 temos um passeio marcado, um teatro topa? Eu lhe respondi que sim.

Bom eis que chegou o dia; fomos ao teatro no shopping Eldorado (Buiu, Tati, Alexandre e Flávia), logo quando chegamos encontramos mais três casais entrando no estacionamento (Alexandre, Fernanda, Jacson, Fabiane, Luiz e Fabi) dai pensei, caramba que coincidência é essa? Fomos à entrada do teatro e derrepente chegaram outros dois casais (Edinho, Luciana, Rubens, Solange) Ah! Dai isso começou a ficar estranho não?

Então a Flá sacou e me disse: Tati eles combinaram kkakakakaka... E não é que era isso mesmo, antes mesmo de concluirmos essa fala chegaram outros tantos casais e cada um que chegava a surpresa era muito boa, pois todas nós mulheres, não sabíamos de nada.

No final eram vinte e um casais, todas foram enganadas pelos maridos hehehehe! Muito bom, assistimos o musical do Zorro, que achei o máximo.
Depois cada uma ganhou uma cesta de chocolates e fomos comer na hambúrgueria nacional.
Caracas! Como eles conseguiram esconder este segredo? Como conseguiram ser tão organizados?
Como conseguiram proporcionar um momento único como esse?
Hum, não sei as respostas, mas sei que foi o máximo!


Tatiane e Buiu
Flávia e Alexandre
Fabiana e Luiz
Fabiane e Jacson
Fernanda e Alexandre
Daniele e William
-------  e Tiao
Lucina e Edinho
Solange e Rubens
Fabiana e Guigui
Patty e Claiton
Rose e Adilson
Aline e Daniel
Cassia e Fábio
Lela e Roger
Joice e Marcos
Aninha e Rogério
Aninha e Sérgio
Preta e Antonio
Alexandra e Fernando
Lilian e Fábio






quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Qual é a marca?

Faz tempo que não passo por aqui...
Hoje me despertou uma vontade de escrever!

Primeiro, vamos a uma novidade, estou indo a academia, por enquanto, apenas para fazer exercícios aeróbicos, não suporto puxar peso, credo, tenho pavor daqueles aparelhos, já desisti de fazer academia várias vezes, mas desta vez será diferente, espero rsrsrs!
Hoje eu estava na esteira caminhando e correndo, num super pique, de repente uma moca que estava ao lado, sorriu e me disse: que bonita sua calca, qual é a marca?
Muito sem jeito lhe respondi nome da marca e me concentrei no exercício. Depois fiquei pensando por um tempo, caracas como as pessoas super valorizam marcas, preços de roupas e etc.

E se não fosse de marca? No caso até era... E se eu tivesse comprado em uma loja que ao falar o nome, tivesse que falar até onde fica, pq a pessoa provavelmente não saberia, pois não seria famosa?

Bom, no fim pensei que, não nego gosto (algumas vezes) de comprar algo que tenha marca, mas nem sempre é pela marca e sim, pq gosto do que compro, sim já comprei coisas caras e baratas, mas sempre compro o que gosto.

Muitas vezes compro roupas em lugares que depois nem lembro mais o nome da loja. Ora mais que bobagem, para que valorizar tanto uma etiqueta.
Pensando em tudo isso, logo me lembrei de outro fato e consequentemente fiz uma analogia.

Há três semanas fiz uma boa faxina no meu guarda- roupas e me desfiz de muita coisa sem utilidade, mas que eu guardava somente porque eram:


• Roupas boas e que tinham custado caro (e que eu já não usava mais há tempos)

• Roupas guardadas para “o caso de” (e que eu já não usava mais há tempos)

• Roupas que tinham um valor sentimental (ganhei de...)

Além do alívio que senti ao ver que podia viver sem elas, percebi que, com o guarda-roupa mais vazio e mais organizado, podia reencontrar peças queridas, mas que estavam perdidas embaixo das outras.
Fiquei pensando… se isto acontece no nível físico será que não é o mesmo com nossas emoções? O quanto de nós não fica bagunçado por excesso, pelo acúmulo do desnecessário? Quanta coisa boa escondida embaixo de outras nem tanto?
Sentimentos que já deveriam ter sido descartados faz anos, continuam ali, ocupando espaço e impedindo que o que de fato gostamos possa aparecer.
Limpar, doar e organizar não deve se ater somente aos armários. Devemos fazer o mesmo com nosso coração, com nossa alma.
Ressentimento, mágoas, tristezas e raiva tiram a atenção do que realmente vale a pena.
Acho que estou tentando fazer isso aos poucos, porque convenhamos que não será tão rápido como organizar um guarda-roupa, isso talvez demore um pouco mais né? Mas precisamos fazer.
Beijinhos

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Buenos Aires

Na quarta- feira, dia 06/10 tinha uma viagem marcada rumo Buenos Aires. Meu dia foi tão corrido, tanta loucura que quando cheguei ao aeroporto, percebi que estava sem o documento. Meu Deus que desespero, não acreditava que aquilo estava acontecendo, mas era isso mesmo teria que remarcar meu vôo. Deu-me uma vontade de desisti, mas depois de alguns minutos já estava mais calma e pensando que não poderia perder aquele curso.

Na quinta- feira, lá estava eu novamente esperando para embarcar e dessa vez deu certo.
Perdi a abertura do curso, mas aproveitei os outros dias. Adorei, valeu muito a pena o curso contribuiu muito, para algumas reflexões.



ENCUENTRO INTERNACIONAL - “El enfoque de Reggio Emilia en la educación: experiencias en diálogo”

Agora, quando Deus permitir quero ir à cidade de Reggio Emilia na Itália, para conhecer o trabalho mais de perto.


Um pouco de Reggio:

A proposta pedagógica das escolas da infância de Reggio consiste em criar constantemente uma rede de comunicação e paz. Os diálogos desenvolvidos entre criança-criança, criança-professor e entre professores são essenciais e diferem enormemente dos espaços onde todos falam e ninguém ouve. Em Reggioprojetos, relatórios e diários.
Como a preocupação fundamental é a unidade entre educação e cultura, as crianças e a escola têm contato estreito com toda forma de representação da cultura: teatro, cinema, shows, concertos, exposições, etc. As atividades culturais da cidade e do país são veiculadas em forma de cartazes que, harmoniosamente, são afixados nos murais da escola. A escola, por sua vez, está representada na sociedade pelos desenhos das crianças, que ilustram: folders de hotéis, lojas, a lista telefônica, bem como a possibilidade de decorar lojas da cidade com “obras infantis”, num intenso movimento de diálogo e participação escola-sociedade.
Diferente de muitos trabalhos dos quais temos conhecimento, as crianças nas escolas de Reggio se comportam como protagonistas nos projetos desenvolvidos; ela não são “atores” nos trabalhos desenvolvidos, mas sim autores. A criança, em Reggio, é vista como competente forte e rica – uma criança produtora e não apenas usuária de cultura. Essa postura ratifica a idéia de educação da infância e não educação pela infância, porque não é o adulto que faz para a criança. Ele é o mediador dos desejos e das necessidades das crianças.
A ambientação e o espaço físico são planejados para facilitar o diálogo e a comunicação entre os vários ambientes.

Enfim... Tudo muito bacana



Atualizando

Olá, quanto tempo!

Tantas coisas aconteceram. Primeiro, quero contar um pouco sobre meu níver que foi em 29/09. Um dos melhores aniversários que tive, isso pelo fato de está com outras ideias e expectativas sobre a vida, experiências que me fizeram vivenciar e comemorar um aniversário, totalmente agradecida pelo dom de minha vida. Viver, estar aqui e poder contemplar as maravilhas de Deus em minha vida, ah! Isso me basta.
Tive uma festinha no trabalho e a noite fui comemorar com uns amigos no outbaack, lugar que adoro a culinária.

Recebi diversas ligações e recadinhos. Durante a comemoração, fui ao banheiro e ai, ai deixei meu celular cair no vaso sanitário, depois disso não falei com mais ninguém, mas tudo bem.

Até hoje estou sem celular, sei que preciso me organizar para comprar outro, mas se eu pudesse ficaria sem, aff, às vezes canso de atender telefone, para falar a verdade não gosto muito, prefiro uma conversa pessoalmente.

Com mais este aniversário, pensei no quanto pude amadurecer nos últimos meses.

O amadurecimento é a descoberta de um eu profundo, jovem, novo e sedento do novo. Isso porque aos poucos o nosso olhar muda, passamos a ver a vida sob um ótima mais amena, menos rigorosa, mais terna e mais valorizadora dos pequenos encantos do cotidiano, antes quase imperceptíveis.

Amadurecer/Crescer significa também ramificar e se abrir, expor ao mundo, ao vizinho, ao amigo, ao colega de trabalho a riqueza de nossas experiências. Isso é saber amadurecer junto, trocando, cedendo, doando parte de sua alma ao mundo, que como cada um de nós também amadurece.

Amadurecer é ir ao encontro do outro menos desarmado já que a vida urge e não viemos ao mundo apenas para guerrear, precisamos também de paz.

Amadurecer é não só aprender com os erros a não repeti-los, mas, sobretudo perceber que errar é inerente à natureza humana e, assim, devemos ser mais flexíveis com os que erram conosco.



E como  afirmou Drummond: “Aprendi novas formas de amar e tornei outras mais belas”.